
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Monção adere hoje ao CIAB para arbitragem de consumo

terça-feira, 8 de junho de 2010
S. Jorge "salvou" vinho Alvarinho
Foram horas de espera debaixo de calor intenso para oito minutos de duro combate entre o cavaleiro S. Jorge e o dragão Coca, em que o primeiro saiu vencedor ao derrotar quase sem hesitações a célebre "rabixa" (assim chamam à Coca os galegos).
A tradição Festa da Coca repetiu-se, ontem, em Monção com uma impressionante moldura humana, apesar da temperatura quente ser pouco convidativa à permanência no anfiteatro natural onde decorre o evento. No Campo do Souto, o "redondel" onde S. Jorge e Coca se enfrentam todos os anos em dia de festividades do Corpo de Deus, milhares de pessoas apinharam-se e aplaudiram a vitória do "valente" cavaleiro, que personifica o Bem, sobre os três metros de comprimento e mais de 1000 quilos de peso do "animal" verde de cabeça móvel e goela aberta (dirigido por meia dúzia de homens), que encarna o Mal. Manda a tradição que as forças benéficas superem o combate para bem das colheitas agrícolas. Se a Coca vencer o torneio, diz o povo, será ano mau para a agricultura.
"O S. Jorge felizmente ganhou e como diz a história acrescentada pelo povo vamos ter um bom ano agrícola. E quando falamos de agricultura em Monção, falamos de vinho Alvarinho e espero bem que o sortilégio se cumpra para termos muito vinho", comentou o vereador da Cultura da Câmara, Augusto Domingues, referindo ainda que o facto de o cavaleiro ser "da terra", José Esteves, pintor da construção civil, fez com que o evento "corresse bem".
Com início às 19.10 horas o torneio terminou oito minutos depois, quando o S. Jorge conseguiu espetar quatro vezes a lança na boca do dragão, quando as regras apenas indicam que deve fazê-lo três vezes para ser considerado vencedor, e cortar-lhe uma orelha, como assim é obrigado.
A tradição Festa da Coca repetiu-se, ontem, em Monção com uma impressionante moldura humana, apesar da temperatura quente ser pouco convidativa à permanência no anfiteatro natural onde decorre o evento. No Campo do Souto, o "redondel" onde S. Jorge e Coca se enfrentam todos os anos em dia de festividades do Corpo de Deus, milhares de pessoas apinharam-se e aplaudiram a vitória do "valente" cavaleiro, que personifica o Bem, sobre os três metros de comprimento e mais de 1000 quilos de peso do "animal" verde de cabeça móvel e goela aberta (dirigido por meia dúzia de homens), que encarna o Mal. Manda a tradição que as forças benéficas superem o combate para bem das colheitas agrícolas. Se a Coca vencer o torneio, diz o povo, será ano mau para a agricultura.
"O S. Jorge felizmente ganhou e como diz a história acrescentada pelo povo vamos ter um bom ano agrícola. E quando falamos de agricultura em Monção, falamos de vinho Alvarinho e espero bem que o sortilégio se cumpra para termos muito vinho", comentou o vereador da Cultura da Câmara, Augusto Domingues, referindo ainda que o facto de o cavaleiro ser "da terra", José Esteves, pintor da construção civil, fez com que o evento "corresse bem".
Com início às 19.10 horas o torneio terminou oito minutos depois, quando o S. Jorge conseguiu espetar quatro vezes a lança na boca do dragão, quando as regras apenas indicam que deve fazê-lo três vezes para ser considerado vencedor, e cortar-lhe uma orelha, como assim é obrigado.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Hotel das Termas de Monção reabre após dois meses encerrado por insolvência

Trata-se de um hotel de quatro estrelas e com 60 quartos, situado mesmo ao lado do balneário termal de Monção, também gerido pelo mesmo grupo espanhol.
Inaugurado há cinco anos, o Hotel Termas de Monção esteve, até finais de 2008, sob a gestão de um grupo espanhol, tendo depois sido entregue ao grupo Fortes da Gama.
Em inícios deste ano, foi declarado insolvente, por dívidas que ascendem a 2,5 milhões de euros, atirando 22 trabalhadores para o desemprego.
A nova gerência do hotel tenciona, até Agosto, recrutar 80% daqueles trabalhadores, podendo posteriormente vir a absorver também os restantes, se a procura assim o justificar.
O hotel é propriedade da "Turismo Fundos", uma sociedade gestora de fundos de investimento imobiliário cujo capital é maioritariamente detido pelo Fundo de Turismo (53,20%), sendo a fatia restante repartida por duas instituições bancárias.
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